Milvra
Sobre a Milvra
missão — milvra

Registros que ficam úteis muito depois da entrega

A Milvra existe para que o que uma equipe sabe sobre seus modelos de IA não se perca quando as pessoas mudam ou os projetos aceleram.

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entrada #001 — história

Como a Milvra surgiu

Em 2021, uma equipe de engenharia em Florianópolis percebeu que o principal risco dos modelos de machine learning que mantinha não era técnico — era documental. Três meses depois de uma entrega, ninguém conseguia explicar por que determinada variável havia sido incluída ou o que acontecia quando os dados de entrada saíam do intervalo esperado.

A Milvra foi fundada a partir desse problema concreto. Não como uma consultoria de dados, mas como uma prática especializada em um ponto específico da cadeia: o momento em que um modelo sai de um notebook e precisa ser descrito de forma que outras pessoas possam trabalhar com ele sem precisar da pessoa que o criou.

Desde então, a empresa acompanhou equipes em setores como serviços financeiros, varejo e logística, sempre com o mesmo foco: estruturar registros que uma pessoa real consiga abrir e entender. Sem overhead desnecessário, sem formulários que ninguém preenche até a véspera de uma auditoria.

O trabalho da Milvra é de processo, não de plataforma. O que entregamos são práticas, templates e capacitação — aplicados sobre as ferramentas que a equipe já usa.

entrada #002 — equipe

Quem faz o trabalho

RL

Rafael Lemos

Fundador e Consultor Principal

Trabalhou por oito anos em projetos de dados em bancos e fintechs antes de se dedicar à documentação de modelos. Conduz revisões de baseline e estrutura práticas de governança.

CM

Cláudia Martins

Especialista em Formação

Formou-se em linguística e migrou para comunicação técnica. Facilita os workshops de escrita e revisa os rascunhos produzidos pelos participantes durante e após os dois dias de trabalho.

TO

Thiago Oliveira

Engenheiro de Processo

Cuida da integração da prática de governança com os sistemas de versionamento e wikis dos clientes. Desenha os templates e a estrutura de revisão adaptados ao ferramental de cada equipe.

entrada #003 — padrões de trabalho

Como conduzimos os engajamentos

Confidencialidade desde o início

Assinamos NDA antes de qualquer acesso a material interno. Nenhuma informação sobre modelos, dados ou processos do cliente é compartilhada com terceiros em nenhuma circunstância.

Entregas intermediárias, não apenas finais

Cada engajamento tem pontos de revisão ao longo do processo. O cliente vê e comenta o trabalho antes da entrega final, para que ajustes aconteçam cedo.

Sem dependência de plataforma proprietária

Os templates e práticas entregues são editáveis e funcionam em qualquer ferramenta: Confluence, Notion, GitHub Wiki, Google Docs, ou o que a equipe já usa.

Escopo definido por escrito

Antes de começar, descrevemos o que entra e o que não entra no engajamento. Mudanças de escopo são discutidas abertamente e registradas antes de serem implementadas.

Trabalho junto à equipe técnica

Não produzimos documentação em paralelo com a equipe — trabalhamos com ela. Isso garante que o que é entregue reflita o que as pessoas que mantêm os modelos realmente sabem.

Acompanhamento pós-entrega

Todos os serviços incluem uma etapa de acompanhamento depois da entrega principal — seja uma chamada de alinhamento, uma rodada de revisão ou um dry-run com a prática recém-estabelecida.

entrada #004 — valores

O que orienta o trabalho

A Milvra parte de uma premissa simples: documentação de modelo não é burocracia. É a forma que uma organização tem de reter o que aprende enquanto constrói sistemas de IA. Quando esse registro é bom, novas pessoas entendem o que existe, revisões são mais rápidas e decisões sobre manter, ajustar ou aposentar um modelo ficam mais informadas.

O trabalho que fazemos é de leitura e organização tanto quanto de escrita. Uma revisão de baseline começa com a leitura criteriosa do que já existe — código, comentários, e-mails, apresentações — antes de qualquer conversa sobre o que está faltando. Essa atenção ao que a equipe já produziu evita que comecemos do zero quando há material aproveitável.

Na estruturação de práticas, a preocupação central é a continuidade. Uma prática de governança que só funciona enquanto quem a criou está na equipe não é uma prática — é uma dependência pessoal. Por isso dedicamos parte do engajamento a verificar se a lógica da prática fica clara para alguém que chegou depois.

Nos workshops, o critério de sucesso é simples: cada participante sai com um rascunho de documentação sobre um modelo real. Não sobre um exemplo hipotético, não sobre um caso de estudo. Sobre o que a pessoa mantém no dia a dia. Esse rascunho é revisado durante o workshop e recebe feedback escrito da facilitadora quatro semanas depois.

próximo passo

Quer entender se a Milvra é o parceiro certo para sua equipe?

Uma conversa de meia hora já deixa claro se o que fazemos se encaixa no momento da sua organização.

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